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Campeonato Paranaense - Paranavaí :: Voltar
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HISTÓRIA
O Atlético Clube Paranavaí foi fundado no ano de 1946, no dia 14 de março, com a intenção de ser o time da cidade no âmbito regional. Inicialmente, disputou campeonatos amadores de caráter municipal e do interior. Criado nas cores vermelho e branco, o clube é carinhosamente chamado de vermelhinho.
Após disputar vários torneios amadores e bater na trave na maioria deles, enfim venceu a competição municipal no ano de 1970. O elenco apresentava jogadores como Silas, Miltinho, Coelho, Álvaro e Biga.
No início dos anos 1960, no entanto, o clube passou a disputar a segunda divisão profissional do futebol paranaense, chamada de Série Prata. Após participar de algumas competições, no ano de 1967 venceu a liga e passou para a primeira divisão pela primeira vez na sua história.
Anos mais tarde, o time protagonizou grandes duelos com os clubes mais tradicionais do estado. Em um deles, ocorrido em 1974, uma grande curiosidade aconteceu. Na partida Paranavaí x Coritiba, o vermelhinho perdia de 1 a 0 para o Coxa, quando Édson Campeão marcou o gol de empate após pegar rebote em bola que bateu em um repórter que estava ao lado do gol.
O lance polêmico foi ignorado pela arbitragem e pela torcida, que fez grande festa. Depois dali, o time voltou às divisões mais baixas, até voltar a jogar apenas os campeonatos municipais e regionais do interior.
Nos anos 1980, o clube voltou a integrar a segunda divisão, até que em 1983 chegou novamente na primeira. Ficou fora por mais alguns anos, até que regressou em 1992. Disputando majoritariamente com times do interior, começou a se sobressair a partir dali.
No mesmo ano, inauguraram o estádio oficial da cidade. O Municipal Waldemiro Wagner, o Felipão, abriga desde então as partidas do Paranavaí. O estádio, baseado no Coliseum de Los Angeles inclusive, teve a seleção brasileira na sua primeira partida, em um amistoso contra a Costa Rica, vencido por 4 a 2, inclusive com o primeiro gol do meia-atacante Raí, que mereceu uma placa guardada na cidade até hoje.
Já em 2003, o clube foi vice-campeão estadual, sendo parado apenas pelo Coritiba, que levantou o troféu. Contudo, a maior vitória do Paranavaí veio no ano de 2007.
O time conquistou o seu primeiro título estadual, após empatar com o Paraná sem gols. Foi o primeiro êxito de uma equipe do interior sobre uma agremiação da capital desde o ano de 1977, quando o Grêmio Maringá (hoje Adap Galo Maringá) venceu o Coritiba. A partida final registrou o maior público do campeonato. Mais de 17 mil expectadores assistiram a glória do vermelhinho, com direito a volta olímpica fora de casa.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros ídolos do clube foram os jogadores que estiveram presentes no primeiro grande título do clube, o de Campeão Amador em 1970. No time, nomes lendários do vermelhinho como o maior deles Silas, além de Silvio, Luis Batista, Miltinho, Amilton, Álvaro e Biga.
O time teve outro sucesso anos depois, em 1974, quando empatou com o Coritiba por 1 a 1 em um gol polêmico, mas bastante festejado por jogadores e torcida vermelha. No time que enfrentou o Coxa estavam jogadores como o artilheiro Édson Campeão, Devalir, Zimara, Zinho, Ivo, Dréier e o grande Silas. Nos anos 1970, ainda, passaram jogadores como Luiz e Zé Geraldo.
Nos anos 1980, Silas permaneceu ligado ao clube, mesmo já sendo aposentado. Realizou muitas partidas com ex-jogadores do vermelhinho e amigos. No entanto, viu crescer o nome da década: Escurinho. O jogador fez história quando o Paranavaí voltou a disputar a primeira divisão do Campeonato Estadual, sendo um dos grandes nomes do clube. Na mesma época, o jogador Mirão também envergava a camisa vermelha do time do interior, que passou ali a ter a alcunha de time da cidade.
O grande jogador Raí, famoso no São Paulo e na seleção brasileira, é também um ídolo do clube. Em 1992, a cidade construiu o estádio Waldomiro Wagner (carinhosamente tido como ‘Felipão’, e que tem o Paranavaí como mandante), e a seleção brasileira foi quem fez a primeira partida inicial. O camisa 10 do tricolor paulista foi quem marcou o primeiro gol da história do estádio, merecendo uma placa pelo feito, que foi guardada pela prefeitura da cidade.
Após ir e voltar da primeira divisão do estado, o time enfim retornou nos anos 1990 à elite paranaense. Já no ano de 2003, com uma ótima campanha, conquistou o vice-campeonato, após perder apenas uma partida para o campeão Coritiba. Os símbolos dessa grande performance foram Julio, Neizinho e Aléssio.
Já em 2007, o clube venceu pela primeira vez a competição estadual, sendo o primeiro interiorano em 30 anos a conquistar o campeonato do Paraná. Por isso, o presidente Nivaldo Mazzin tornou-se ídolo perante tal feito do exército vermelho, sendo o maior responsável pela formação do plantel de jogadores experientes no estado, mesclados com jovens talentos regionais.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube foi o atacante Lauro Macharo. O centroavante jogou em uma das melhores fases da agremiação, em meados dos anos 1950 e também boa parte dos anos 60, marcando 35 gols no período, um deles, o primeiro gol profissional do Paranavaí.
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O Atlético Clube Paranavaí foi fundado no ano de 1946, no dia 14 de março, com a intenção de ser o time da cidade no âmbito regional. Inicialmente, disputou campeonatos amadores de caráter municipal e do interior. Criado nas cores vermelho e branco, o clube é carinhosamente chamado de vermelhinho.
Após disputar vários torneios amadores e bater na trave na maioria deles, enfim venceu a competição municipal no ano de 1970. O elenco apresentava jogadores como Silas, Miltinho, Coelho, Álvaro e Biga.
No início dos anos 1960, no entanto, o clube passou a disputar a segunda divisão profissional do futebol paranaense, chamada de Série Prata. Após participar de algumas competições, no ano de 1967 venceu a liga e passou para a primeira divisão pela primeira vez na sua história.
Anos mais tarde, o time protagonizou grandes duelos com os clubes mais tradicionais do estado. Em um deles, ocorrido em 1974, uma grande curiosidade aconteceu. Na partida Paranavaí x Coritiba, o vermelhinho perdia de 1 a 0 para o Coxa, quando Édson Campeão marcou o gol de empate após pegar rebote em bola que bateu em um repórter que estava ao lado do gol.
O lance polêmico foi ignorado pela arbitragem e pela torcida, que fez grande festa. Depois dali, o time voltou às divisões mais baixas, até voltar a jogar apenas os campeonatos municipais e regionais do interior.
Nos anos 1980, o clube voltou a integrar a segunda divisão, até que em 1983 chegou novamente na primeira. Ficou fora por mais alguns anos, até que regressou em 1992. Disputando majoritariamente com times do interior, começou a se sobressair a partir dali.
No mesmo ano, inauguraram o estádio oficial da cidade. O Municipal Waldemiro Wagner, o Felipão, abriga desde então as partidas do Paranavaí. O estádio, baseado no Coliseum de Los Angeles inclusive, teve a seleção brasileira na sua primeira partida, em um amistoso contra a Costa Rica, vencido por 4 a 2, inclusive com o primeiro gol do meia-atacante Raí, que mereceu uma placa guardada na cidade até hoje.
Já em 2003, o clube foi vice-campeão estadual, sendo parado apenas pelo Coritiba, que levantou o troféu. Contudo, a maior vitória do Paranavaí veio no ano de 2007.
O time conquistou o seu primeiro título estadual, após empatar com o Paraná sem gols. Foi o primeiro êxito de uma equipe do interior sobre uma agremiação da capital desde o ano de 1977, quando o Grêmio Maringá (hoje Adap Galo Maringá) venceu o Coritiba. A partida final registrou o maior público do campeonato. Mais de 17 mil expectadores assistiram a glória do vermelhinho, com direito a volta olímpica fora de casa.
GRANDES ÍDOLOS
Os primeiros ídolos do clube foram os jogadores que estiveram presentes no primeiro grande título do clube, o de Campeão Amador em 1970. No time, nomes lendários do vermelhinho como o maior deles Silas, além de Silvio, Luis Batista, Miltinho, Amilton, Álvaro e Biga.
O time teve outro sucesso anos depois, em 1974, quando empatou com o Coritiba por 1 a 1 em um gol polêmico, mas bastante festejado por jogadores e torcida vermelha. No time que enfrentou o Coxa estavam jogadores como o artilheiro Édson Campeão, Devalir, Zimara, Zinho, Ivo, Dréier e o grande Silas. Nos anos 1970, ainda, passaram jogadores como Luiz e Zé Geraldo.
Nos anos 1980, Silas permaneceu ligado ao clube, mesmo já sendo aposentado. Realizou muitas partidas com ex-jogadores do vermelhinho e amigos. No entanto, viu crescer o nome da década: Escurinho. O jogador fez história quando o Paranavaí voltou a disputar a primeira divisão do Campeonato Estadual, sendo um dos grandes nomes do clube. Na mesma época, o jogador Mirão também envergava a camisa vermelha do time do interior, que passou ali a ter a alcunha de time da cidade.
O grande jogador Raí, famoso no São Paulo e na seleção brasileira, é também um ídolo do clube. Em 1992, a cidade construiu o estádio Waldomiro Wagner (carinhosamente tido como ‘Felipão’, e que tem o Paranavaí como mandante), e a seleção brasileira foi quem fez a primeira partida inicial. O camisa 10 do tricolor paulista foi quem marcou o primeiro gol da história do estádio, merecendo uma placa pelo feito, que foi guardada pela prefeitura da cidade.
Após ir e voltar da primeira divisão do estado, o time enfim retornou nos anos 1990 à elite paranaense. Já no ano de 2003, com uma ótima campanha, conquistou o vice-campeonato, após perder apenas uma partida para o campeão Coritiba. Os símbolos dessa grande performance foram Julio, Neizinho e Aléssio.
Já em 2007, o clube venceu pela primeira vez a competição estadual, sendo o primeiro interiorano em 30 anos a conquistar o campeonato do Paraná. Por isso, o presidente Nivaldo Mazzin tornou-se ídolo perante tal feito do exército vermelho, sendo o maior responsável pela formação do plantel de jogadores experientes no estado, mesclados com jovens talentos regionais.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro do clube foi o atacante Lauro Macharo. O centroavante jogou em uma das melhores fases da agremiação, em meados dos anos 1950 e também boa parte dos anos 60, marcando 35 gols no período, um deles, o primeiro gol profissional do Paranavaí.
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