Canal Futebol ::::: Página Inicial ::::: Política de Privacidade ::::: Usuários Online:
Campeonato Paranaense - Portuguesa :: Voltar
Campeonato Paranaense - Portuguesa :: Voltar
HISTÓRIA
O atual CAC Portuguesa Londrinense já teve dois nomes, Associação Portuguesa Londrinense e Associação Atlética Portuguesa. Em 2007, a Associação Portuguesa Londrinense se fundiu com o Clube Atlético Cambé. Segundo o presidente, a fusão teria como propósito atrair torcedores de Carimbe, região metropolitana de Londrina. Suas cores são o verde, branco e vermelho.
A Associação Atlética Portuguesa de Desportos foi fundada em 14 de maio de 1950, mas seu nome foi alterado em 1997 e passou a se chamar Associação Portuguesa Londrinense. Com o nome antigo, a Portuguesa só disputou três estaduais, em 1959, 1960 e 1961.
Após o retorno às suas atividades, o clube disputou a divisão de acesso para a elite do futebol paranaense. Em 1998, no seu segundo ano depois da reestruturação, chegou em terceiro lugar da Série A-II, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Já no ano seguinte, a Lusinha, como também é conhecida, obteve a sua vaga para a série A-I, a primeira divisão, quando alcançou o vice-campeonato.
Em 2001, o Campeonato Estadual Paranaense passou por uma reestruturação e dividiu suas divisões em A-II, AI e Série Ouro, que seriam respectivamente a terceira, a segunda e a primeira divisão. A participação das equipes em cada série seria decidida de acordo com o desempenho dos clubes em 2000.
A Lusinha disputou em 2001 a série A-I e sagrou-se vice-campeã. Em 2002 e 2003, participou da elite do futebol do Estado do Paraná. Em 2004, o clube disputou a Série A-I, pois havia sido rebaixado ano anterior. Somente em 2006 a Portuguesa obteve o título da Série A-I e retornou a Série Ouro.
Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Paranaense de 2008 e acabou sendo rebaixado. Em 2009, a Portuguesa disputará a segunda divisão do estadual.
Apesar de não ser um time com muita tradição e títulos, o clube conta com uma boa estrutura. Possui o estádio Vila Santa Terezinha, com capacidade para três mil pessoas, e um Centro de Treinamento com 33 mil m2, com três campos e um alojamento para 50 atletas. Suas partidas são jogadas no Vitorino Gonçalves Dias, com capacidade para 10 mil pessoas, ou no estádio do Café, para 45 mil pessoas.
GRANDES ÍDOLOS
O clube tem a tradição de revelar atletas. O volante Williams é um bom exemplo. Ele surgiu na Portuguesa Londrinense e, apesar de não ter jogado nenhuma partida profissional com a camisa do clube, chamou a atenção do Coritiba e se transferiu para o Coxa em 2003. Depois, acertou sua ida para o Marítimo, de Portugal.
O zagueiro André Astorga também é um dos orgulhos do clube. O defensor rodou times do interior de São Paulo como o União Barbarense, Guarani e Portuguesa Santista, além de jogar pelo Remo do Pará e pelo Adap Galo Maringá.
Douglas, atacante que se destacou no Santos em 2005, também foi cria da Lusinha de Londrina. Outros que atuaram pela equipe santista foram os jogadores Wagner e Anderson.
:: Topo da Página ::: Voltar
O atual CAC Portuguesa Londrinense já teve dois nomes, Associação Portuguesa Londrinense e Associação Atlética Portuguesa. Em 2007, a Associação Portuguesa Londrinense se fundiu com o Clube Atlético Cambé. Segundo o presidente, a fusão teria como propósito atrair torcedores de Carimbe, região metropolitana de Londrina. Suas cores são o verde, branco e vermelho.
A Associação Atlética Portuguesa de Desportos foi fundada em 14 de maio de 1950, mas seu nome foi alterado em 1997 e passou a se chamar Associação Portuguesa Londrinense. Com o nome antigo, a Portuguesa só disputou três estaduais, em 1959, 1960 e 1961.
Após o retorno às suas atividades, o clube disputou a divisão de acesso para a elite do futebol paranaense. Em 1998, no seu segundo ano depois da reestruturação, chegou em terceiro lugar da Série A-II, a segunda divisão do Campeonato Paranaense. Já no ano seguinte, a Lusinha, como também é conhecida, obteve a sua vaga para a série A-I, a primeira divisão, quando alcançou o vice-campeonato.
Em 2001, o Campeonato Estadual Paranaense passou por uma reestruturação e dividiu suas divisões em A-II, AI e Série Ouro, que seriam respectivamente a terceira, a segunda e a primeira divisão. A participação das equipes em cada série seria decidida de acordo com o desempenho dos clubes em 2000.
A Lusinha disputou em 2001 a série A-I e sagrou-se vice-campeã. Em 2002 e 2003, participou da elite do futebol do Estado do Paraná. Em 2004, o clube disputou a Série A-I, pois havia sido rebaixado ano anterior. Somente em 2006 a Portuguesa obteve o título da Série A-I e retornou a Série Ouro.
Infelizmente o clube não foi bem no Campeonato Paranaense de 2008 e acabou sendo rebaixado. Em 2009, a Portuguesa disputará a segunda divisão do estadual.
Apesar de não ser um time com muita tradição e títulos, o clube conta com uma boa estrutura. Possui o estádio Vila Santa Terezinha, com capacidade para três mil pessoas, e um Centro de Treinamento com 33 mil m2, com três campos e um alojamento para 50 atletas. Suas partidas são jogadas no Vitorino Gonçalves Dias, com capacidade para 10 mil pessoas, ou no estádio do Café, para 45 mil pessoas.
GRANDES ÍDOLOS
O clube tem a tradição de revelar atletas. O volante Williams é um bom exemplo. Ele surgiu na Portuguesa Londrinense e, apesar de não ter jogado nenhuma partida profissional com a camisa do clube, chamou a atenção do Coritiba e se transferiu para o Coxa em 2003. Depois, acertou sua ida para o Marítimo, de Portugal.
O zagueiro André Astorga também é um dos orgulhos do clube. O defensor rodou times do interior de São Paulo como o União Barbarense, Guarani e Portuguesa Santista, além de jogar pelo Remo do Pará e pelo Adap Galo Maringá.
Douglas, atacante que se destacou no Santos em 2005, também foi cria da Lusinha de Londrina. Outros que atuaram pela equipe santista foram os jogadores Wagner e Anderson.
:: Topo da Página ::: Voltar