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Campeonato Mineiro - Rio Branco :: Voltar

HISTÓRIA

O Rio Branco de Andradas Futebol Clube foi fundado em 13 de junho de 1948. Inicialmente, o clube se chamou apenas Rio Branco Futebol Clube. No entanto, visando não confundir o Azulão da Mantiqueira, como é conhecido, com outras equipes de mesmo nome, como o Rio Branco Futebol Clube, da capital do Acre e o Esporte Clube Rio Branco de Americana, em São Paulo, foi decidido que a agremiação deveria ser identificada com a cidade que representa, Andradas.

No começo, o Azulão da Mantiqueira era um clube amador que disputava, com bastante sucesso, os torneios regionais do sul de Minas Gerais. Até a profissionalização, o Rio Branco de Andradas Futebol Clube se destacou em bastantes campeonatos amadores regionais e até mesmo estaduais.

O Rio Branco sempre teve muitos colaboradores na sociedade andradense. E foram esses homens que arrecadaram dinheiro para que fosse construída a primeira sede do Azulão da Mantiqueira, em 1970.

Dez anos mais tarde, em 1980, um grupo de dirigentes do Rio Branco comprou um terreno nobre na cidade. No local foi construída a nova sede do clube, inaugurada três anos depois, em 1983.

Apesar de ter uma sede, ainda faltava a profissionalização do futebol do Rio Branco, que, de 1948 a 1985, jogou apenas campeonatos amadores e alguns poucos amistosos contra equipes profissionais. Mas, três anos após a inauguração da sede, o Azulão da Mantiqueira conseguiu se profissionalizar e foi registrado na Federação Mineira de Futebol com o nome de Rio Branco de Andradas Futebol Clube.

Já em 1986 o clube disputou seu primeiro campeonato profissional, o Módulo II do Campeonato Mineiro. E logo mostrou ao que veio, ficando com o vice-campeonato na competição de estréia e conseguindo o acesso à elite do futebol mineiro.

A equipe do sul de Minas Gerais passou a se alternar entre a primeira e segunda divisões do Mineiro, embora tenha disputado mais vezes o Módulo I do que o Módulo II. O Azulão da Mantiqueira ainda foi rebaixado foi em 2004. Dois anos depois, no entanto, o time de Andradas conquistou o seu tricampeonato do Módulo II do Campeonato Mineiro. As outras duas conquistas foram em 1994 e 1998.


GRANDES ÍDOLOS

Apesar de fundado em 1948, o Rio Branco de Andradas Futebol Clube se profissionalizou apenas no ano de 1986. De lá para cá, dois jogadores famosos em todo o Brasil defenderam o Azulão da Mantiqueira.

O primeiro é o meia-atacante Régis Pitbull. O atleta foi um dos destaques do time de Andradas no Campeonato Mineiro de 2007, e foi autor de um dos gols na vitória por 2 a 0 sobre o América na última rodada da competição. A derrota do time da capital sacramentou o primeiro rebaixamento de sua história no Campeonato Mineiro.

O jogador começou a sua carreira no Ceará, mas logo se transferiu para o Marítimo de Funchal, de Portugal. O atacante não conseguiu sucesso em nenhum dos times. Em 2001, no entanto, o jogador foi contratado pela Ponte Preta.

O outro atleta de importância que passou pelo time de Andradas foi Caio, mais conhecido como Caio Cambalhota. O jogador começou a sua carreira nas categorias de base do Botafogo, time que defendeu de 1966 até 1969, atuando ao lado de nomes como Nilson Dias, Rogério e Chiquinho.

Em 1970, o jogador foi contratado pelo Flamengo. E foi no clube da Gávea aonde o jogador ganhou seu apelido. Em 1972, em uma partida contra o Fluminense pelo Estadual do Rio, o atleta marcou três gols de cinco, na vitória por 5 a 1 do Rubro-Negro. Para cada um dos gols, Caio deu uma cambalhota no ar. Desde então, o atleta é considerado o inventor das comemorações de gol, que antes se resumiam a um soco no ar ou um simples abraço entre companheiros.

Em 1978, Caio Cambalhota foi para o futebol Português, onde permaneceu por 11 anos, antes de se transferir para o Tunsing, de Hong Kong e, posteriormente, para o Al Tadamon, do Catar.

Em seu retorno ao Brasil, em 1991, Caio Cambalhota defendeu a maior rival do Rio Branco, a Caldense. No ano seguinte, no entanto, foi para o Azulão da Mantiqueira. O atleta ainda defendeu o Tupi, o Tiradentes e a Votuporanguense antes de encerrar sua carreira na Portuguesa Carioca em 1992.

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