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Campeonato Paulista - Rio Claro :: Voltar
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HISTÓRIA
O Rio Claro Futebol Clube foi fundado em 9 de maio, de 1909. A iniciativa foi tomada por quatro homens: Joaquim Arnold, Constantino Carrocine, João Lambach e Bento Estevam de Siqueira, que sonhavam em transformar Rio Claro na capital do futebol.
O Galo Azul, mascote da equipe, acompanha o time desde a sua fundação e é uma marca da rivalidade entre Rio Claro e Velo Clube, a outra agremiação da cidade e que possui um Galo Vermelho como símbolo, sendo o grande rival do Azulão, como também é conhecido o Rio Claro graças à cor azul escura de seu uniforme.
Dos quatro fundadores do clube, três eram ferroviários. Graças a isso, os primeiros jogos mandados pelo clube foram no estádio do Grêmio Cia. Paulista de Estradas de Ferro, campo que existe até hoje em Rio Claro, mas sem as arquibancadas.
O Galo Azul mandou seus jogos no local até o ano de 1931, quando a diretoria do clube construiu um estádio. O campo era bastante moderno para a época em que foi construído, em um terreno cedido pela prefeitura de Rio Claro. E o campo novo deu sorte. Jogando no novo palco, o Rio Claro foi campeão regional por quatro vezes, em 1931, 1935, 1936 e 1937.
Em 28 de janeiro de 1973, nova mudança. Dessa vez para o estádio Augusto Schmidt Filho, onde o Galo Azul manda seus jogos até hoje. Para a inauguração, três jogos foram realizados no mesmo dia.
O primeiro foi entre Rio Claro e Corinthians. O Timão venceu por 2 a 1, com gols de Tião Marino e de Rivelino. Sérgio Moraes anotou o tento para os donos da casa.
A segunda partida foi do mesmo Rio Claro, mas contra o São Paulo. Novo revés. O Tricolor paulista venceu por 1 a 0, gol de pênalti marcado por Pedro Rocha.
A última partida do dia foi o clássico da cidade: Rio Claro contra Velo Clube. Vitória do Galo Azul, que marcou um gol no Velo e não sofreu nenhum. Quem balançou a rede pelo Azulão foi Sérgio Moraes. O público da partida entre Rio Claro e Velo Clube foi o maior dos três jogos.
A história recente do Rio Claro é recheada de acessos. Em 2001, o time disputou a série B-2 do Paulistão e, com o vice campeonato conquistado, subiu para a Série B-1 do campeonato.
Em 2002 veio o segundo acesso seguido. Com o título da Série B-1 conquistado, o Galo Azul disputou a Série A-3 do Campeonato Paulista em 2003, e lá ficou até 2005, quando conseguiu subir para a Série A-2 do Paulistão.
Em 2005, o Rio Claro faturou o vice-campeonato na Copa Federação Paulista de Futebol e conquistou uma vaga para a Série C do Brasileirão.
Em 2006 veio outro acesso. O time do Rio Claro terminou na segunda colocação do grupo 3 da Série A-2 e garantiu o direito de disputar a Série A-1 do Paulistão pela primeira vez em sua longa história.
Infelizmente o Rio Claro não foi bem no Campeonato Paulista de 2008 e, ao lado do Juventus, Rio Preto e Sertãozinho, acabou rebaixado e terá que disputar a série A2 no Paulistão 2009.
GRANDES ÍDOLOS
Muitos jogadores importantes para o futebol brasileiro e paulista passaram ou foram revelados pelo Rio Claro. Os de maior destaque são Ditinho, Helói, Adãozinho e o volante Chicão, que defendeu o São Paulo e a seleção brasileira.
Helói defendeu o Galo Azul nos anos de 1973 e 1974 e, em seguida, se transferiu para o XV de Piracicaba. Mas o atleta ganhou mais destaque na Portuguesa, time para o qual se transferiu depois de vestir as cores da equipe piracicabana.
Ditinho era zagueiro e foi revelado pelo Rio Claro. Em 1962, o atleta foi negociado com o Guarani, onde ficou até o fim de sua carreira. O seu maior momento como jogador foi o título paulista de 1964, conquistado pelo Guarani. O zagueiro era titular do time que goleou o Santos de Pelé, Coutinho e companhia, que havia acabado de ser campeão mundial, por 5 a 1 no Brinco de Ouro. Ditinho faleceu em 22 de janeiro de 1990, em Campinas.
Adãozinho foi outro jogador importante que defendeu o Rio Claro. O atleta começou a carreira no Bragantino e teve passagens por vários times o Brasil, como Francana, União Barbarense, Goiatuba, Sampaio Corrêa, Noroeste, Ceará, Yverdon, da Suíça, São Caetano, Palmeiras, Atlético de Sorocaba e Santo André, antes de defender o Rio Claro.
Mas, sem dúvida, o maior destaque do Rio Claro é o volante Chicão. O atleta começou no Rio Claro e depois se transferiu para o time de sua cidade natal, o XV de Piracicaba. Depois de defender o XV, Chicão foi para a União Barbarense e, em seguida, para a Ponte Preta. Depois de defender a Macaca, o volante foi contratado pelo São Paulo, time pelo qual jogou na melhor fase de sua carreira.
Pelo Tricolor paulista o volante ganhou a fama de violento e chegou a levar um cartão amarelo antes mesmo de uma partida começar. Na ocasião, quando estava em campo, prestes a começar um jogo contra o Palmeiras, o volante disse para José de Assis de Aragão, árbitro da partida: “vê se apita direito essa porcaria”.
Chicão ainda ajudou o Tricolor paulista na conquista do Brasileirão de 1977, quando o São Paulo bateu o Atlético-MG na final. Em 1978, o atleta jogou a Copa do Mundo da Argentina, competição que o Brasil terminou em terceiro lugar.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Rio Claro é Nato, que defendeu o clube nas décadas de 1930 e 1940, e balançou as redes adversárias em 105 oportunidades.
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O Rio Claro Futebol Clube foi fundado em 9 de maio, de 1909. A iniciativa foi tomada por quatro homens: Joaquim Arnold, Constantino Carrocine, João Lambach e Bento Estevam de Siqueira, que sonhavam em transformar Rio Claro na capital do futebol.
O Galo Azul, mascote da equipe, acompanha o time desde a sua fundação e é uma marca da rivalidade entre Rio Claro e Velo Clube, a outra agremiação da cidade e que possui um Galo Vermelho como símbolo, sendo o grande rival do Azulão, como também é conhecido o Rio Claro graças à cor azul escura de seu uniforme.
Dos quatro fundadores do clube, três eram ferroviários. Graças a isso, os primeiros jogos mandados pelo clube foram no estádio do Grêmio Cia. Paulista de Estradas de Ferro, campo que existe até hoje em Rio Claro, mas sem as arquibancadas.
O Galo Azul mandou seus jogos no local até o ano de 1931, quando a diretoria do clube construiu um estádio. O campo era bastante moderno para a época em que foi construído, em um terreno cedido pela prefeitura de Rio Claro. E o campo novo deu sorte. Jogando no novo palco, o Rio Claro foi campeão regional por quatro vezes, em 1931, 1935, 1936 e 1937.
Em 28 de janeiro de 1973, nova mudança. Dessa vez para o estádio Augusto Schmidt Filho, onde o Galo Azul manda seus jogos até hoje. Para a inauguração, três jogos foram realizados no mesmo dia.
O primeiro foi entre Rio Claro e Corinthians. O Timão venceu por 2 a 1, com gols de Tião Marino e de Rivelino. Sérgio Moraes anotou o tento para os donos da casa.
A segunda partida foi do mesmo Rio Claro, mas contra o São Paulo. Novo revés. O Tricolor paulista venceu por 1 a 0, gol de pênalti marcado por Pedro Rocha.
A última partida do dia foi o clássico da cidade: Rio Claro contra Velo Clube. Vitória do Galo Azul, que marcou um gol no Velo e não sofreu nenhum. Quem balançou a rede pelo Azulão foi Sérgio Moraes. O público da partida entre Rio Claro e Velo Clube foi o maior dos três jogos.
A história recente do Rio Claro é recheada de acessos. Em 2001, o time disputou a série B-2 do Paulistão e, com o vice campeonato conquistado, subiu para a Série B-1 do campeonato.
Em 2002 veio o segundo acesso seguido. Com o título da Série B-1 conquistado, o Galo Azul disputou a Série A-3 do Campeonato Paulista em 2003, e lá ficou até 2005, quando conseguiu subir para a Série A-2 do Paulistão.
Em 2005, o Rio Claro faturou o vice-campeonato na Copa Federação Paulista de Futebol e conquistou uma vaga para a Série C do Brasileirão.
Em 2006 veio outro acesso. O time do Rio Claro terminou na segunda colocação do grupo 3 da Série A-2 e garantiu o direito de disputar a Série A-1 do Paulistão pela primeira vez em sua longa história.
Infelizmente o Rio Claro não foi bem no Campeonato Paulista de 2008 e, ao lado do Juventus, Rio Preto e Sertãozinho, acabou rebaixado e terá que disputar a série A2 no Paulistão 2009.
GRANDES ÍDOLOS
Muitos jogadores importantes para o futebol brasileiro e paulista passaram ou foram revelados pelo Rio Claro. Os de maior destaque são Ditinho, Helói, Adãozinho e o volante Chicão, que defendeu o São Paulo e a seleção brasileira.
Helói defendeu o Galo Azul nos anos de 1973 e 1974 e, em seguida, se transferiu para o XV de Piracicaba. Mas o atleta ganhou mais destaque na Portuguesa, time para o qual se transferiu depois de vestir as cores da equipe piracicabana.
Ditinho era zagueiro e foi revelado pelo Rio Claro. Em 1962, o atleta foi negociado com o Guarani, onde ficou até o fim de sua carreira. O seu maior momento como jogador foi o título paulista de 1964, conquistado pelo Guarani. O zagueiro era titular do time que goleou o Santos de Pelé, Coutinho e companhia, que havia acabado de ser campeão mundial, por 5 a 1 no Brinco de Ouro. Ditinho faleceu em 22 de janeiro de 1990, em Campinas.
Adãozinho foi outro jogador importante que defendeu o Rio Claro. O atleta começou a carreira no Bragantino e teve passagens por vários times o Brasil, como Francana, União Barbarense, Goiatuba, Sampaio Corrêa, Noroeste, Ceará, Yverdon, da Suíça, São Caetano, Palmeiras, Atlético de Sorocaba e Santo André, antes de defender o Rio Claro.
Mas, sem dúvida, o maior destaque do Rio Claro é o volante Chicão. O atleta começou no Rio Claro e depois se transferiu para o time de sua cidade natal, o XV de Piracicaba. Depois de defender o XV, Chicão foi para a União Barbarense e, em seguida, para a Ponte Preta. Depois de defender a Macaca, o volante foi contratado pelo São Paulo, time pelo qual jogou na melhor fase de sua carreira.
Pelo Tricolor paulista o volante ganhou a fama de violento e chegou a levar um cartão amarelo antes mesmo de uma partida começar. Na ocasião, quando estava em campo, prestes a começar um jogo contra o Palmeiras, o volante disse para José de Assis de Aragão, árbitro da partida: “vê se apita direito essa porcaria”.
Chicão ainda ajudou o Tricolor paulista na conquista do Brasileirão de 1977, quando o São Paulo bateu o Atlético-MG na final. Em 1978, o atleta jogou a Copa do Mundo da Argentina, competição que o Brasil terminou em terceiro lugar.
ARTILHEIROS
O maior artilheiro da história do Rio Claro é Nato, que defendeu o clube nas décadas de 1930 e 1940, e balançou as redes adversárias em 105 oportunidades.
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