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Campeonato Gaúcho - São José :: Voltar
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HISTÓRIA
O São José surgiu da iniciativa de um padre do Colégio São José, o Irmão Constantino Emanuel, um grande admirador do futebol, principalmente do italiano. Ele incentivou os alunos que praticavam o esporte na escola a formarem uma equipe profissional.
Então, um grupo de estudantes da Sociedade Juventude dos Moços Católicos decidiu fundar em 24 de maio de 1913 o Sport Club São José. Os fundadores eram José Edgar Vielitz, Osvaldo Endler, Florêncio Wurding, Léo de La Rue, Antônio Pedro Netto (Netinho) e Arnaldo Peterlongo Ely.
Na época, os alunos podiam jogar futebol nas dependências do colégio, mas não poderiam enfrentar equipes mais fortes, daí a idéia de se profissionalizar e formar um clube. O primeiro presidente do clube foi o também fundador Léo de La Rue.
Na época, cada jogador comprou seu uniforme e ainda contribuiu com uma quantia mensal de 500 réis para ajudar na manutenção da agremiação.
Antes de se instalar no atual estádio, o Passo D´Areia, na Zona Norte de Porto Alegre, o clube fez uma verdadeira peregrinação. A expansão da cidade e até mesmo uma enchente foram motivos para as constantes mudanças. Finalmente, em 24 de maio de 1940 o time inaugura o estádio e a partida é vencida pelo Grêmio por 3 a 2.
Nas décadas de 1930 e 1940, a agremiação teve dois bons times, o de 1937 e o de 1948. Estas equipes por pouco não conseguiram o título de Campeão da Cidade de Porto Alegre. O clube de São José, também conhecido carinhosamente como "Zequinha", tinha em 1937 um elenco de alta qualidade técnica, porém sucumbiu diante do Grêmio na melhor de três jogos.
No primeiro, o Tricolor venceu por 2 a 1. No segundo, triunfo do São José por 3 a 2, mas, no terceiro, o Grêmio demonstrou seu maior poder e conseguiu a vitória por 2 a 0, conquistando o título.
Em 1948, o time alcançou novamente o vice-campeonato de Porto Alegre. O campeão desta vez foi o Internacional, que conseguiu maior número de pontos que o Zequinha e o Grêmio. Muitos antigos torcedores do São José consideram o elenco vice-campeão de 1948 o melhor já visto na história do clube.
Após 23 anos, a agremiação conseguiu formar outro poderoso elenco e surpreendeu o Inter e o Grêmio, conquistando o maior título desde a sua fundação, a Copa Governador, de 1971. O técnico Pedro Ário Figueiró e os jogadores ficaram imortalizados na memória dos torcedores pelo modo de jogar do time.
O clube também tem em seu histórico de conquistas dois campeonatos gaúchos da segunda divisão, em 1963 e 1981. Após rebaixamentos e acessos, o clube subiu em 1999 e não saiu mais do grupo da elite do futebol gaúcho. Em 2006, conseguiu uma expressiva campanha, se classificando para a segunda fase da competição.
GRANDES ÍDOLOS
O atacante Careca foi o jogador mais importante que já atuou no Esporte Clube São José. O centroavante lá encerrou sua carreira, depois de uma incrível trajetória repleta de títulos por diversos clubes importantes do Brasil e do mundo, tendo no currículo 60 passagens pela seleção brasileira, além de ter disputado duas Copa do Mundo de 1986 e 1990.
Outro artilheiro que marcou época foi Chiquinho. Em 2001, ele conseguiu a proeza de ser artilheiro isolado do Campeonato Gaúcho marcando 15 gols. Da Silva foi outro goleador importante na caminhada do clube. Em 1986, o atacante ajudou o São José a voltar à primeira divisão estadual quando assinalou 12 gols.
Ênio de Vargas Andrade foi um dos maiores trunfos do São José. O meio-campista nascido em Porto Alegre marcou época por causa de seu talento e da habilidade que tinha com bolas paradas. Em 1949, iniciou sua carreira pelo São José, obtendo sucesso por clubes importantes como o Internacional, Grêmio, Coritiba, Palmeiras e Náutico. Em 1962 pendurou as chuteiras pelo clube em que começou.
O atacante Osvaldo Azzarini Rolla, o Foguinho, se projetou em 1920 pelo São José e depois marcou época pelo Grêmio. O artilheiro era muito disciplinado taticamente, além de possuir uma grande força física. Além de jogador, ele executava múltiplas funções. Foi alfaiate, árbitro, preparador-físico, treinador e cronista desportivo.
Quem marcou época também foi José Elustondo Filho. Ele atuou pelo São José de 1934 a 1942, ajudando o time na campanha memorável de 1937. Ele era um goleador ávido, com muita garra. Sua importância para o clube foi reconhecida ao ter seu nome homenageado em uma rua na Zona Norte de Porto Alegre.
Marcos Laugauer é um dos personagens mais importantes da agremiação. Ele começou como sócio no E.C. São José com 7 anos de idade. Participou da maior conquista do time, a Taça do Governador do Estado em 1971. No clube, também exerceu as funções de auxiliar de roupeiro, massagista, jogador, treinador de goleiros e, em 1992, tornou-se vice-presidente de futebol.
Um prata-da-casa de valor foi o lateral-direito Marco Aurélio. Depois do "Zequinha", transferiu-se para o Grêmio, onde ganhou importantes títulos como a Copa Libertadores, o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Gaúcho. Ele é filho do antigo lateral do São José que também fez história pelo clube, Marco Aurélio da Silva.
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O São José surgiu da iniciativa de um padre do Colégio São José, o Irmão Constantino Emanuel, um grande admirador do futebol, principalmente do italiano. Ele incentivou os alunos que praticavam o esporte na escola a formarem uma equipe profissional.
Então, um grupo de estudantes da Sociedade Juventude dos Moços Católicos decidiu fundar em 24 de maio de 1913 o Sport Club São José. Os fundadores eram José Edgar Vielitz, Osvaldo Endler, Florêncio Wurding, Léo de La Rue, Antônio Pedro Netto (Netinho) e Arnaldo Peterlongo Ely.
Na época, os alunos podiam jogar futebol nas dependências do colégio, mas não poderiam enfrentar equipes mais fortes, daí a idéia de se profissionalizar e formar um clube. O primeiro presidente do clube foi o também fundador Léo de La Rue.
Na época, cada jogador comprou seu uniforme e ainda contribuiu com uma quantia mensal de 500 réis para ajudar na manutenção da agremiação.
Antes de se instalar no atual estádio, o Passo D´Areia, na Zona Norte de Porto Alegre, o clube fez uma verdadeira peregrinação. A expansão da cidade e até mesmo uma enchente foram motivos para as constantes mudanças. Finalmente, em 24 de maio de 1940 o time inaugura o estádio e a partida é vencida pelo Grêmio por 3 a 2.
Nas décadas de 1930 e 1940, a agremiação teve dois bons times, o de 1937 e o de 1948. Estas equipes por pouco não conseguiram o título de Campeão da Cidade de Porto Alegre. O clube de São José, também conhecido carinhosamente como "Zequinha", tinha em 1937 um elenco de alta qualidade técnica, porém sucumbiu diante do Grêmio na melhor de três jogos.
No primeiro, o Tricolor venceu por 2 a 1. No segundo, triunfo do São José por 3 a 2, mas, no terceiro, o Grêmio demonstrou seu maior poder e conseguiu a vitória por 2 a 0, conquistando o título.
Em 1948, o time alcançou novamente o vice-campeonato de Porto Alegre. O campeão desta vez foi o Internacional, que conseguiu maior número de pontos que o Zequinha e o Grêmio. Muitos antigos torcedores do São José consideram o elenco vice-campeão de 1948 o melhor já visto na história do clube.
Após 23 anos, a agremiação conseguiu formar outro poderoso elenco e surpreendeu o Inter e o Grêmio, conquistando o maior título desde a sua fundação, a Copa Governador, de 1971. O técnico Pedro Ário Figueiró e os jogadores ficaram imortalizados na memória dos torcedores pelo modo de jogar do time.
O clube também tem em seu histórico de conquistas dois campeonatos gaúchos da segunda divisão, em 1963 e 1981. Após rebaixamentos e acessos, o clube subiu em 1999 e não saiu mais do grupo da elite do futebol gaúcho. Em 2006, conseguiu uma expressiva campanha, se classificando para a segunda fase da competição.
GRANDES ÍDOLOS
O atacante Careca foi o jogador mais importante que já atuou no Esporte Clube São José. O centroavante lá encerrou sua carreira, depois de uma incrível trajetória repleta de títulos por diversos clubes importantes do Brasil e do mundo, tendo no currículo 60 passagens pela seleção brasileira, além de ter disputado duas Copa do Mundo de 1986 e 1990.
Outro artilheiro que marcou época foi Chiquinho. Em 2001, ele conseguiu a proeza de ser artilheiro isolado do Campeonato Gaúcho marcando 15 gols. Da Silva foi outro goleador importante na caminhada do clube. Em 1986, o atacante ajudou o São José a voltar à primeira divisão estadual quando assinalou 12 gols.
Ênio de Vargas Andrade foi um dos maiores trunfos do São José. O meio-campista nascido em Porto Alegre marcou época por causa de seu talento e da habilidade que tinha com bolas paradas. Em 1949, iniciou sua carreira pelo São José, obtendo sucesso por clubes importantes como o Internacional, Grêmio, Coritiba, Palmeiras e Náutico. Em 1962 pendurou as chuteiras pelo clube em que começou.
O atacante Osvaldo Azzarini Rolla, o Foguinho, se projetou em 1920 pelo São José e depois marcou época pelo Grêmio. O artilheiro era muito disciplinado taticamente, além de possuir uma grande força física. Além de jogador, ele executava múltiplas funções. Foi alfaiate, árbitro, preparador-físico, treinador e cronista desportivo.
Quem marcou época também foi José Elustondo Filho. Ele atuou pelo São José de 1934 a 1942, ajudando o time na campanha memorável de 1937. Ele era um goleador ávido, com muita garra. Sua importância para o clube foi reconhecida ao ter seu nome homenageado em uma rua na Zona Norte de Porto Alegre.
Marcos Laugauer é um dos personagens mais importantes da agremiação. Ele começou como sócio no E.C. São José com 7 anos de idade. Participou da maior conquista do time, a Taça do Governador do Estado em 1971. No clube, também exerceu as funções de auxiliar de roupeiro, massagista, jogador, treinador de goleiros e, em 1992, tornou-se vice-presidente de futebol.
Um prata-da-casa de valor foi o lateral-direito Marco Aurélio. Depois do "Zequinha", transferiu-se para o Grêmio, onde ganhou importantes títulos como a Copa Libertadores, o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Campeonato Gaúcho. Ele é filho do antigo lateral do São José que também fez história pelo clube, Marco Aurélio da Silva.
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