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Campeonato Pernambucano - Sete de Setembro :: Voltar

HISTÓRIA

O Sete de Setembro Esporte Clube surgiu em 7 de setembro de 1950 e, graças à sua data de fundação, o seu nome foi escolhido. A iniciativa de fundação do clube partiu de um grupo de esportistas da cidade de Garanhuns.

Logo nos primeiros anos de existência, o Sete de Setembro já conseguiu se destacar nos campeonatos da cidade de Garanhuns, chegando a ser hexacampeão municipal. A maioria das finais dos torneios da cidade era contra o maior rival do Sete, a Associação Garanhuense de Atletismo.

Dezoito anos após a sua fundação, o Sete de Setembro Esporte Clube conseguiu o resultado mais importante de toda a sua história quando, ainda amador, bateu uma das melhores equipes que o Clube Náutico Capibaribe já teve por 3 a 0, em fevereiro de 1968. Naquela época, o Timbu era pentacampeão pernambucano.

A primeira grande conquista do Sete de Setembro, no entanto, veio somente 13 anos depois, em 1981, quando o clube disputou, pela primeira vez na sua história, a primeira divisão do Campeonato Pernambucano. Nessa época, o Alviverde sentiu a necessidade de construir um estádio próprio.

Foi assim que veio a construção do Gigante do Agreste. A iniciativa partiu de um grupo de torcedores do Sete que, com doações, começaram a construir o estádio. A obra, no entanto, só foi finalizada graças a um financiamento do BANDEPE, no governo de Marco Maciel. Com essa ajuda, em pouco tempo o segundo maior estádio do interior do Pernambuco, com 18.000 lugares, estava finalizado.

Mesmo com o estádio construído, o time não conseguiu se firmar na primeira divisão e passou a se revezar entre as séries A1 e A2 do Campeonato Pernambucano. Mas nesta época de alternância entre as divisões veio a maior conquista do Sete de Setembro. Em 1995, após bater o Centro Limoeirense na final, o clube conquistou o título de campeão da Série A2 do Pernambucano.

Apesar disso, a agremiação não pôde subir à primeira divisão devido a sérios problemas financeiros que a impediram de disputar competições oficiais por dois anos. Em 1997, no entanto, com a formação de uma junta de administradores, o clube passou a reconstruir o seu patrimônio.

Nessa mesma época, o Sete iniciou um trabalho nas divisões de base e de recuperação de seu estádio, que recebeu um novo gramado, cabines de imprensa, uma concentração e ainda um centro administrativo.

Mesmo com tudo isso, o clube só voltou à primeira divisão em 2008, após conquistar o vice-campeonato da série A2 de 2007, após perder para o Salgueiro na final.


GRANDES ÍDOLOS

O Sete de Setembro é um clube bastante antigo e o de maior tradição na cidade de Garanhuns, em Pernambuco. Os principais ídolos da história da equipe são os jogadores do time de 1995, que venceu a segunda divisão do Campeonato Pernambucano daquele ano.

Mas alguns ídolos surgiram antes mesmo de o clube se profissionalizar, o que aconteceu no início dos anos 1980. O principal nome dessa época é o do volante Vovô, que ajudou o Sete de Setembro a conquistar vários campeonatos municipais de Garanhuns.

Outras peças importantes que ajudaram o Alviverde a conseguir títulos na sua cidade foram o ponta-esquerda Preta, o goleiro Márcio, o lateral direito Edson e o ponta direita Ideraldo.

Já a equipe de 1995 contava com nomes como o goleiro Valter, o zagueiro Pedrão, os meio-campistas Adelson e San e os atacantes Quincas, César e Sandrevaldo. Mas, dessa equipe, dois nomes tiveram maior destaque.

Um deles é o volante Zezinho, que é um dos maiores ídolos do clube e foi peça fundamental para a conquista do Sete de Setembro naquele ano. Zezinho era o líder do time que conquistou o único título da agremiação.

O outro atleta, e mais notável, é o lateral-esquerdo Lúcio Wagner. O jogador, que foi revelado pelo Corinthians, defendeu o Sete apenas durante a Série A2 do Pernambucano de 1995, e fez sucesso em Garanhuns.

Posteriormente, o jogador se transferiu para o Botafogo, onde conseguiu destaque nacional e até internacional, tanto que se transferiu para o Sevilla ainda em 1995. Após apenas uma temporada na equipe espanhola, o atleta foi para o Benfica de Portugal.

No entanto, onde ele conseguiu mais fama foi na Bulgária. O primeiro time que Lúcio Wagner defendeu no país do leste europeu foi o Cherno More. Ele ficou lá por apenas uma temporada, até ir para o Levski Sofia, maior clube do país.

Como nunca havia defendido a seleção brasileira e tinha grandes atuações pelo Levski, Lúcio Wagner foi chamado para defender a Bulgária. O atleta aceitou e, desde então, tem nacionalidade búlgara e é freqüentemente convocado.

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