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Campeonato Mineiro - Social :: Voltar

HISTÓRIA

O Social Futebol Clube foi fundado no dia 1º de Outubro de 1944. Inicialmente, foi criado com a intenção de oferecer lazer aos moradores da pequena cidade de Calado (hoje, Coronel Fabriciano), com o nome de Comercial (em alusão ao grande número de comerciantes de um município vizinho, Antônio Dias).

Mas ainda neste ano, o clube passou a se chamar Social, para tornar-se mais popular em sua própria cidade e utilizando as cores preto e branco. Curiosamente, o clube tem o escudo semelhante ao do Santos, mas o uniforme principal semelhante ao do Corinthians, times que foram inspiração dos criadores.

O primeiro presidente foi Joaquim Gomes, superintendente da empresa Belgo-Mineira, que assumiu o clube desde a idéia de sua formação, alguns anos antes. Porém, Gomes deixou a agremiação na década de 50 para dar lugar ao empresário Mariano Pires Pontes.

Dispondo de muitos recursos financeiros a partir dali, o Social passou a contratar ótimos jogadores e formar grandes times, com a intenção de igualar-se aos rivais Usipa, de Ipatinga, e Acesita, de Timóteo. Além disso, com a emancipação de cidades como Ipatinga e Acesita, os torneios regionais começaram a surgir com grande força, e o clube alvinegro tinha presença constante em todos eles, inclusive firmando rivalidade com o Usipa e a Acesita.

Nos anos 70, Coronel Fabriciano sofreu uma grande inflação populacional. Com ela, uma ainda maior popularização do futebol assolou a cidade e o Social viu eclodir vários clubes amadores, com a possibilidade de fazer frente ao seu reinado popular.

Então, ao final da década, os dirigentes começaram a discutir a idéia de tornar o clube profissional, para se sobressair na cidade. Então, em 1981, o Social deu o primeiro passo rumo à profissionalização, disputando o Torneio de Acesso da Federação Mineira.

Em 1985, o clube participou, enfim, de um Campeonato Mineiro, na segunda divisão, mas o seu desempenho foi bastante fraco. Porém, em 1986, o clube vivia um momento relativamente bom financeiramente, até que Ubiracy Ataíde Martins, então presidente da agremiação, decidiu iniciar a construção do estádio Louis Ensch, o Luizão.

Foram iniciadas as construções das arquibancadas laterais, mas, após um tempo, o Social entrou em grave crise financeira e encerrou as suas atividades profissionais, voltando a ser apenas um clube esportivo amador.

No início dos anos 90, a agremiação voltou a sonhar com o seu profissionalismo. Já em 1995, com a lição aprendida nos anos anteriores, o Social teve um minucioso projeto para o ano que viria pela frente.

Foram efetuadas reformas no estádio Luizão, contratados novos jogadores e, assim, o time disputou novamente a segunda divisão mineira e foi campeão de maneira até tranqüila, enfrentando equipes de pouca tradição. Em 1997, estava na elite do futebol estadual e terminou na quarta colocação.

Em 1998, o time teve uma campanha mais modesta no Mineirão, ficando apenas em sétimo lugar, sendo eliminado pelo Cruzeiro. No ano seguinte, o time continuou mal e acabou descendo para o Módulo II. A partir dali, penaria em alguns anos, sempre batendo na trave para subir novamente à elite. Conseguiu, então, em 2002 voltar sendo vice-campeão do Módulo II, mas em 2003 teve nova queda.

Permaneceu por mais três anos no acesso até que, no ano de 2007, sagrou-se campeão novamente e subiu de novo para o Módulo I.


GRANDES ÍDOLOS

O primeiro ídolo do clube foi o empresário Mariano Pires Pontes, que no começo dos anos 50 substituiu o então presidente Joaquim Gomes, da Belgo-Mineira, e injetou dinheiro na equipe, visando o seu crescimento imediato, que aconteceu de fato.

Foi figura responsável pela ascensão do Saci de Aço na região do Vale e por fazer com que o seu time rivalizasse com os maiores daquela época, como o Usipa, de Ipatinga, e o Acesita, de Timóteo.

O segundo grande ídolo do clube permanece fora de campo. Na década de 80, o então presidente Ubiracy Ataíde Martins tinha à sua disposição um grande potencial financeiro. Resolveu, então, investir no elenco, no clube, e na construção de um estádio – o Luizão, existente até hoje.

Depois, Ubiracy sofreu com o momento econômico do Brasil e acabou falindo junto com o clube, que voltou então a ser amador. Mas, pela construção do estádio e os esforços a que se submeteu, entrou para a história do Social.

Já nos anos 90, quem chama a atenção foi o técnico Preca, que dirigiu o time em 1995, quando o clube subiu ao Módulo II da primeira divisão mineira, e em 1996, levando ao Módulo I. No time, haviam jogadores como Washington, meia ex-Cruzeiro, Rondinelli, zagueiro, e Agamenon, meio-campista.

O maior ídolo dos anos 2000 foi o meio-campo Julio Verne, que permaneceu no clube desde a época da ascensão para a elite até meados de 2003. Além dele, outro grande nome foi o volante Roberto, que depois jogou no Juventude e Atlético-MG e outros.

O mais recente nome a ser lembrado é o técnico Moacir Júnior, que classificou o Social ao Módulo I do Campeonato Mineiro novamente em 2007, entrando para a história com esse feito.

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