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Campeonato Pernambucano - Sport :: Voltar
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HISTÓRIA
O Sport Clube de Recife foi fundado em 13 de maio de 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca e alguns companheiros da elite social pernambucana, que queriam praticar futebol, mas, na época, não tinham um lugar para tal.
No seu primeiro ano de existência, o Rubro-Negro disputava apenas partidas amistosas contra times amadores. A estréia do clube no Campeonato Pernambucano aconteceu em 1916 e, logo em sua primeira participação, já se sagrou campeão estadual. No ano seguinte, o Sport venceu novamente a competição pernambucana e conquistou o bicampeonato.
A década de 20 ficou marcada pela conquista do tricampeonato estadual - 1923 a 1925. Com campanhas quase perfeitas, beirando os 100% de aproveitamento, o Leão se firmou como uma das maiores equipes do estado, após erguer os títulos de 1923, 24, 25 e 28.
A sede do clube, que funciona até hoje no mesmo lugar, começou a ser construída no final de 1935. Com o término da obra em 1937, foi inaugurado o estádio da Ilha do Retiro, batizado posteriormente como Adelmar da Costa Carvalho.
O Sport, década após década, seguia com sua história gloriosa e continuava a conquistar o principal título do Estado. Na década de 40 foram mais cinco torneios vencidos, um tricampeonato – 1941, 42 e 43 - e um bi - 1948 e 49.
O clube voltou a vencer o Pernambucano em 1953 e repetiu o feito em 1955, 56 e 58. A década de 50 marcou também a primeira excursão ao exterior da agremiação. Em 1957, a equipe disputou 17 jogos na Europa, contra times como Real Madrid, Fenerbache e Olympique de Marseille e defrontou os selecionados de Israel e da Turquia. Resultado da viagem: seis vitórias, oito derrotas e três empates.
Os pernambucanos encararam um grande jejum de títulos, o maior de sua história, entre os anos 60 e 70. Após as conquistas de 61 e 62, o clube ficou 13 anos sem ganhar nada e só voltou a vencer o estadual em 1975, erguendo seu 20º caneco.
Em 1978 o clube não participou do campeonato pernambucano, devido a divergências entre a diretoria do Rubro-Negro e a cúpula da Federação Pernambucana de Futebol. A equipe voltou à competição no ano seguinte e continuou a dominar do futebol no Estado.
A década de 80 marcou mais um tricampeonato e o principal título da história do Sport. As três conquistas consecutivas aconteceram em 1980, 81 e 82 e o maior êxito foi alcançado em 1987, após a vitória no Campeonato Brasileiro.
Apesar da confirmação do título, a conquista foi conturbada e muito discutida. A competição era dividida em dois módulos - Verde e Amarelo - e os campeões das duas chaves faziam a final. A divisão dos times nos módulos causou divergências antes mesmo do certame começar, mas as entidades acabaram cedendo e o campeonato teve início.
O Sport bateu o Guarani na final do Módulo Amarelo. Os finalistas da elite, Inter e Flamengo, não quiseram disputar a decisão geral contra os dois times e acabaram sendo eliminados por W.O. Desta forma, os pernambucanos enfrentaram novamente os paulistas, mas desta vez valendo o título definitivo. A primeira partida, realizada em Campinas, acabou empatada por 1 a 1. No segundo e decisivo jogo, vitória por 1 a 0 do Leão e título para os nordestinos.
Com a conquista do Brasileirão, o clube obteve o direito de participar da Copa Libertadores da América, o mais importante torneio do continente. A participação não foi das melhores e o time acabou eliminado ainda na primeira fase.
No ano seguinte, em 1989, o Sport chegou a final da Copa do Brasil e perdeu a chance de participar de outra Copa Libertadores. Durante o certame, os pernambucanos eliminaram equipes como Goiás e Vitória e enfrentaram o Grêmio na grande final. Empate por 0 a 0 no primeiro jogo e vitória gremista na segunda partida por 2 a 1.
Mesmo com a conquista do Campeonato Brasileiro em 1987, o Sport não obteve o direito de subir de divisão, conseguindo ascender apenas três anos mais tarde, após derrotar o Atlético-PR na decisão.
A década de 90 entrou para história do time pernambucano devido à conquista do pentacampeonato estadual, o único em toda a existência do clube. A seqüência teve inicio em 1996 e terminou em 2000, com destaque para a campanha invicta de 1998. Além das conquistas estaduais, o Leão da Ilha alçou novos vôos e também venceu a Taça Norte-Nordeste em duas ocasiões, em 1991 e 1998.
O século 21 levou o time do Sport do céu ao inferno e aos céus novamente. Apesar do feito inédito do pentacampeonato e de boas campanhas no Brasileirão, o time acabou rebaixado em 2001, após terminar sua participação na última colocação.
O time pernambucano conseguiu retornar à elite apenas em 2006, depois de se sagrar vice-campeão da Série B. Além do acesso, a equipe também conquistou o título estadual por quatro três vezes - em 2003 e mais um tricampeonato em 2006, 2007 e 2008 - totalizando 37 títulos Pernambucanos, contra 24 do Santa Cruz e 21 do Náutico, seus maiores rivais.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser uma das maiores agremiações do Nordeste do país, o Sport Recife sempre revelou bons jogadores para o futebol brasileiro e mundial. A equipe também conta com alguns grandes ídolos, fundamentais nas conquistas do clube.
Uma das maiores revelações da agremiação pernambucana foi o atacante Ademir de Menezes, também conhecido como “Queixada”, devido ao seu queixo avantajado. Depois de brilhar nas categorias de base da equipe no final da década de 30, o jogador passou a integrar o time profissional em 1941 e logo se sagrou campeão pernambucano neste ano, sendo artilheiro do certame com 11 gols.
As boas atuações despertaram o interesse de “grandes” associações do Brasil e o jogador acabou negociado com o Vasco da Gama, onde despontaria definitivamente para o futebol mundial, chegando à seleção brasileira.
Outro grande jogador lançado pelo rubro-negro foi o meia Biro-Biro, consagrado no Corinthians. Assim como o meio-campista, o armador Juninho Pernambucano também é mais um dos inúmeros atletas formados nas categorias de base do Leão.
O meia iniciou sua carreira no time profissional em 1993 e logo se tornou um dos destaques do time no Campeonato Brasileiro daquele ano. Com a notoriedade conquistada no país, ele chamou a atenção de várias equipes brasileiras e ficou em Recife por apenas mais um ano, o suficiente para vencer o Campeonato Pernambucano de 1994, antes de se transferir para o Vasco da Gama.
Dadá Maravilha, uma das maiores figuras do futebol brasileiro, atuou no Sport por dois anos, em 1974 e 75, conquistando o título estadual no último ano em que defendeu o Rubro-Negro pernambucano, antes de se transferir para o Internacional de Porto Alegre.
O goleiro Manga foi outra grande revelação do time nordestino. Considerado um dos melhores na posição no país, ele foi campeão estadual júnior, em 1954, sem sofrer gols e com isso chamou a atenção do então treinador Dante Bianchi, que o promoveu para o elenco principal.
O jogador atuou na equipe por três anos e, nesse período, ajudou o clube a conquistar três campeonatos estaduais - 1955, 1956 e 1957, antes de se transferir para o Botafogo do Rio de Janeiro.
O lateral-direito Betão, considerado um dos maiores jogadores pernambucanos de todos os tempos, estreou no Sport em 1982 e, no mesmo ano, conquistou o Campeonato Estadual. O defensor também esteve presente na conquista do Campeonato Brasileiro de 1987 e de mais um título do Estado, em 1988. Até hoje ele é o recordista de jogos com a camisa rubro-negra. Ao todo foram 117 partidas disputadas entre 1982 e 1993.
Uma das peças fundamentais do time nas conquistas dos Campeonatos Estaduais entre 1998 e 2000, o meia Valdo até hoje é um mais lembrados jogadores do Sport da última década. O atleta defendeu a equipe justamente por esses três anos e foi tricampeão pernambucano nesse período.
Nos últimos anos, dois jogadores fizeram sucesso na equipe e caíram nas graças dos torcedores pernambucanos. O primeiro foi o meia Fumagalli. Com passagens por diversos clubes do país, o atleta viveu o melhor momento de sua carreira em Recife e ajudou o Rubro-Negro à conquista o estadual e o acesso a Série A do Brasileirão em 2006, antes de ir atuar no futebol do Oriente Médio.
O outro jogador de destaque e que iniciou 2008 no clube é o atacante Carlinhos Bala. O centroavante chegou ao time em 2007 por empréstimo e foi o artilheiro da equipe no Campeonato Brasileiro deste ano.
Roberto “Coração de Leão”, Ribamar, Pacoty e Leonardo - segundo maior artilheiro do clube com 133 gols, são outros atletas de destaque na história do Sport Club do Recife.
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O Sport Clube de Recife foi fundado em 13 de maio de 1905 por Guilherme de Aquino Fonseca e alguns companheiros da elite social pernambucana, que queriam praticar futebol, mas, na época, não tinham um lugar para tal.
No seu primeiro ano de existência, o Rubro-Negro disputava apenas partidas amistosas contra times amadores. A estréia do clube no Campeonato Pernambucano aconteceu em 1916 e, logo em sua primeira participação, já se sagrou campeão estadual. No ano seguinte, o Sport venceu novamente a competição pernambucana e conquistou o bicampeonato.
A década de 20 ficou marcada pela conquista do tricampeonato estadual - 1923 a 1925. Com campanhas quase perfeitas, beirando os 100% de aproveitamento, o Leão se firmou como uma das maiores equipes do estado, após erguer os títulos de 1923, 24, 25 e 28.
A sede do clube, que funciona até hoje no mesmo lugar, começou a ser construída no final de 1935. Com o término da obra em 1937, foi inaugurado o estádio da Ilha do Retiro, batizado posteriormente como Adelmar da Costa Carvalho.
O Sport, década após década, seguia com sua história gloriosa e continuava a conquistar o principal título do Estado. Na década de 40 foram mais cinco torneios vencidos, um tricampeonato – 1941, 42 e 43 - e um bi - 1948 e 49.
O clube voltou a vencer o Pernambucano em 1953 e repetiu o feito em 1955, 56 e 58. A década de 50 marcou também a primeira excursão ao exterior da agremiação. Em 1957, a equipe disputou 17 jogos na Europa, contra times como Real Madrid, Fenerbache e Olympique de Marseille e defrontou os selecionados de Israel e da Turquia. Resultado da viagem: seis vitórias, oito derrotas e três empates.
Os pernambucanos encararam um grande jejum de títulos, o maior de sua história, entre os anos 60 e 70. Após as conquistas de 61 e 62, o clube ficou 13 anos sem ganhar nada e só voltou a vencer o estadual em 1975, erguendo seu 20º caneco.
Em 1978 o clube não participou do campeonato pernambucano, devido a divergências entre a diretoria do Rubro-Negro e a cúpula da Federação Pernambucana de Futebol. A equipe voltou à competição no ano seguinte e continuou a dominar do futebol no Estado.
A década de 80 marcou mais um tricampeonato e o principal título da história do Sport. As três conquistas consecutivas aconteceram em 1980, 81 e 82 e o maior êxito foi alcançado em 1987, após a vitória no Campeonato Brasileiro.
Apesar da confirmação do título, a conquista foi conturbada e muito discutida. A competição era dividida em dois módulos - Verde e Amarelo - e os campeões das duas chaves faziam a final. A divisão dos times nos módulos causou divergências antes mesmo do certame começar, mas as entidades acabaram cedendo e o campeonato teve início.
O Sport bateu o Guarani na final do Módulo Amarelo. Os finalistas da elite, Inter e Flamengo, não quiseram disputar a decisão geral contra os dois times e acabaram sendo eliminados por W.O. Desta forma, os pernambucanos enfrentaram novamente os paulistas, mas desta vez valendo o título definitivo. A primeira partida, realizada em Campinas, acabou empatada por 1 a 1. No segundo e decisivo jogo, vitória por 1 a 0 do Leão e título para os nordestinos.
Com a conquista do Brasileirão, o clube obteve o direito de participar da Copa Libertadores da América, o mais importante torneio do continente. A participação não foi das melhores e o time acabou eliminado ainda na primeira fase.
No ano seguinte, em 1989, o Sport chegou a final da Copa do Brasil e perdeu a chance de participar de outra Copa Libertadores. Durante o certame, os pernambucanos eliminaram equipes como Goiás e Vitória e enfrentaram o Grêmio na grande final. Empate por 0 a 0 no primeiro jogo e vitória gremista na segunda partida por 2 a 1.
Mesmo com a conquista do Campeonato Brasileiro em 1987, o Sport não obteve o direito de subir de divisão, conseguindo ascender apenas três anos mais tarde, após derrotar o Atlético-PR na decisão.
A década de 90 entrou para história do time pernambucano devido à conquista do pentacampeonato estadual, o único em toda a existência do clube. A seqüência teve inicio em 1996 e terminou em 2000, com destaque para a campanha invicta de 1998. Além das conquistas estaduais, o Leão da Ilha alçou novos vôos e também venceu a Taça Norte-Nordeste em duas ocasiões, em 1991 e 1998.
O século 21 levou o time do Sport do céu ao inferno e aos céus novamente. Apesar do feito inédito do pentacampeonato e de boas campanhas no Brasileirão, o time acabou rebaixado em 2001, após terminar sua participação na última colocação.
O time pernambucano conseguiu retornar à elite apenas em 2006, depois de se sagrar vice-campeão da Série B. Além do acesso, a equipe também conquistou o título estadual por quatro três vezes - em 2003 e mais um tricampeonato em 2006, 2007 e 2008 - totalizando 37 títulos Pernambucanos, contra 24 do Santa Cruz e 21 do Náutico, seus maiores rivais.
GRANDES ÍDOLOS
Por ser uma das maiores agremiações do Nordeste do país, o Sport Recife sempre revelou bons jogadores para o futebol brasileiro e mundial. A equipe também conta com alguns grandes ídolos, fundamentais nas conquistas do clube.
Uma das maiores revelações da agremiação pernambucana foi o atacante Ademir de Menezes, também conhecido como “Queixada”, devido ao seu queixo avantajado. Depois de brilhar nas categorias de base da equipe no final da década de 30, o jogador passou a integrar o time profissional em 1941 e logo se sagrou campeão pernambucano neste ano, sendo artilheiro do certame com 11 gols.
As boas atuações despertaram o interesse de “grandes” associações do Brasil e o jogador acabou negociado com o Vasco da Gama, onde despontaria definitivamente para o futebol mundial, chegando à seleção brasileira.
Outro grande jogador lançado pelo rubro-negro foi o meia Biro-Biro, consagrado no Corinthians. Assim como o meio-campista, o armador Juninho Pernambucano também é mais um dos inúmeros atletas formados nas categorias de base do Leão.
O meia iniciou sua carreira no time profissional em 1993 e logo se tornou um dos destaques do time no Campeonato Brasileiro daquele ano. Com a notoriedade conquistada no país, ele chamou a atenção de várias equipes brasileiras e ficou em Recife por apenas mais um ano, o suficiente para vencer o Campeonato Pernambucano de 1994, antes de se transferir para o Vasco da Gama.
Dadá Maravilha, uma das maiores figuras do futebol brasileiro, atuou no Sport por dois anos, em 1974 e 75, conquistando o título estadual no último ano em que defendeu o Rubro-Negro pernambucano, antes de se transferir para o Internacional de Porto Alegre.
O goleiro Manga foi outra grande revelação do time nordestino. Considerado um dos melhores na posição no país, ele foi campeão estadual júnior, em 1954, sem sofrer gols e com isso chamou a atenção do então treinador Dante Bianchi, que o promoveu para o elenco principal.
O jogador atuou na equipe por três anos e, nesse período, ajudou o clube a conquistar três campeonatos estaduais - 1955, 1956 e 1957, antes de se transferir para o Botafogo do Rio de Janeiro.
O lateral-direito Betão, considerado um dos maiores jogadores pernambucanos de todos os tempos, estreou no Sport em 1982 e, no mesmo ano, conquistou o Campeonato Estadual. O defensor também esteve presente na conquista do Campeonato Brasileiro de 1987 e de mais um título do Estado, em 1988. Até hoje ele é o recordista de jogos com a camisa rubro-negra. Ao todo foram 117 partidas disputadas entre 1982 e 1993.
Uma das peças fundamentais do time nas conquistas dos Campeonatos Estaduais entre 1998 e 2000, o meia Valdo até hoje é um mais lembrados jogadores do Sport da última década. O atleta defendeu a equipe justamente por esses três anos e foi tricampeão pernambucano nesse período.
Nos últimos anos, dois jogadores fizeram sucesso na equipe e caíram nas graças dos torcedores pernambucanos. O primeiro foi o meia Fumagalli. Com passagens por diversos clubes do país, o atleta viveu o melhor momento de sua carreira em Recife e ajudou o Rubro-Negro à conquista o estadual e o acesso a Série A do Brasileirão em 2006, antes de ir atuar no futebol do Oriente Médio.
O outro jogador de destaque e que iniciou 2008 no clube é o atacante Carlinhos Bala. O centroavante chegou ao time em 2007 por empréstimo e foi o artilheiro da equipe no Campeonato Brasileiro deste ano.
Roberto “Coração de Leão”, Ribamar, Pacoty e Leonardo - segundo maior artilheiro do clube com 133 gols, são outros atletas de destaque na história do Sport Club do Recife.
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