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Campeonato Mineiro - Tupi :: Voltar
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HISTÓRIA
Tupi Foot Ball Club foi fundado em 26 de maio de 1912 por vários nomes importantes da cidade de Juiz de Fora. O mais importante foi Antonio Maria Junior, o Carijó, que foi o principal fundador do clube que iniciou sua história sendo chamado de Tupy Foot-Ball Club.
O nome original da equipe vigorou por 30 anos até a mudança para o nome que o time usa até os dias de hoje.
Em 1931 veio a inauguração do estádio do Tupi, o Dr. Francisco de Salles Oliveira, ou apenas Salles Oliveira. Na época, o campo da equipe de Juiz de Fora era o maior e mais moderno de toda a Zona da Mata.
O Tupi disputou a primeira divisão do Campeonato Mineiro, até 1965, quando o time terminou a competição na última colocação e acabou rebaixado. No ano seguinte, no entanto, o Tupi ficou conhecido por todo o Brasil como o fantasma do Mineirão.
A história começou quando, em janeiro de 1966, o campeão mineiro do ano anterior, o Cruzeiro, foi convidado pelo Tupi para fazer um jogo amistoso em Juiz de Fora. O time da capital, que contava com Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Piazza, Natal, entre outros, aceitou o desafio. Apesar de ter todo o favoritismo, a equipe celeste acabou sendo derrotada por 3 a 2.
Após vencer a Raposa, o Tupi foi convidado para enfrentar o Atlético-MG, no Mineirão. Novamente o time da capital era o favorito absoluto e, mais uma vez, o Tupi saiu de campo com a vitória por 2 a 1 sobre o time dirigido por Paulo Amaral.
Depois do Galo mineiro, foi a vez de o América-MG desafiar o Tupi. Novo jogo no Mineirão e nova vitória do Galo Carijó, novamente por 2 a 1.
Após a vitória sobre o América, o Cruzeiro convidou o time para outra partida, desta vez no Mineirão, alegando que a equipe de Juiz de Fora não teria chance nos domínios da equipe celeste. Ledo engano. O Galo Carijó foi até a capital novamente e saiu com a vitória por 2 a 1.
Essa seqüência de triunfos tornou o time conhecido em todo o Brasil. Tão conhecido que a equipe foi convidada para treinar com a seleção brasileira de Pelé e Garrincha. No jogo-treino realizado em Caxambu, Minas Gerais, o Tupi conseguiu o que ninguém esperava e saiu da partida com um empate por 1 a 1 com o selecionado brasileiro.
Em 2004, o Galo Carijó foi rebaixado pela segunda vez em sua história. O time de Juiz de Fora ficou na segunda divisão do futebol mineiro até 2006, quando atingiu o vice-campeonato do Módulo II e conquistou o acesso à elite.
Já no primeiro ano do retorno ao Módulo I, o clube de Juiz de Fora conseguiu chegar às semifinais do Estadual, quando foi eliminado pelo Cruzeiro.
GRANDES ÍDOLOS
O Tupi é um time bastante antigo e tradicional, mas, apesar disso, não tem muitos ídolos em sua história e nem muitos grandes jogadores que passaram pela equipe. Nesse segundo quesito, dois atletas se destacam no clube no fim de suas carreiras.
O primeiro é Muller. O atacante, que começou no Operário de Mato Grosso do Sul em 1983, ganhou destaque no São Paulo. O atleta foi para o Tricolor paulista em 1984 e ficou por lá até 1987 no time que ficou conhecido como Menudos do Morumbi. Depois o atleta se transferiu para o Torino, da Itália, time que defendeu até 1991.
Em 1991, Muller voltou para o São Paulo e fez parte do time que conquistou o Brasileiro daquele ano vencendo o Bragantino na final. Nos anos seguintes, o atacante também estava nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes (Taça Intercontinental) pelo Tricolor paulista.
Antes de defender o Tupi, em 2003, Muller ainda passou por Santos, Cruzeiro, Corinthians e São Caetano. A boa passagem do atacante pelo Tupi ainda lhe rendeu um contrato com a Lusa, de São Paulo, onde ficou por um ano antes de encerrar a carreira no Ipatinga, em 2004.
O outro grande nome que “passou” pelo Tupi foi Romário. O Baixinho não chegou a disputar nenhum jogo oficial nos seis dias que passou treinando com o time por causa de uma lei da Fifa, que impede que um atleta realize três transferências internacionais no período de um ano.
Desta forma, o atacante, apesar de ter se apresentado ao clube, ficou impedido de atuar. No entanto, fez a equipe de Minas Gerais ganhar notoriedade nacional e internacional com o fato.
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Tupi Foot Ball Club foi fundado em 26 de maio de 1912 por vários nomes importantes da cidade de Juiz de Fora. O mais importante foi Antonio Maria Junior, o Carijó, que foi o principal fundador do clube que iniciou sua história sendo chamado de Tupy Foot-Ball Club.
O nome original da equipe vigorou por 30 anos até a mudança para o nome que o time usa até os dias de hoje.
Em 1931 veio a inauguração do estádio do Tupi, o Dr. Francisco de Salles Oliveira, ou apenas Salles Oliveira. Na época, o campo da equipe de Juiz de Fora era o maior e mais moderno de toda a Zona da Mata.
O Tupi disputou a primeira divisão do Campeonato Mineiro, até 1965, quando o time terminou a competição na última colocação e acabou rebaixado. No ano seguinte, no entanto, o Tupi ficou conhecido por todo o Brasil como o fantasma do Mineirão.
A história começou quando, em janeiro de 1966, o campeão mineiro do ano anterior, o Cruzeiro, foi convidado pelo Tupi para fazer um jogo amistoso em Juiz de Fora. O time da capital, que contava com Tostão, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Piazza, Natal, entre outros, aceitou o desafio. Apesar de ter todo o favoritismo, a equipe celeste acabou sendo derrotada por 3 a 2.
Após vencer a Raposa, o Tupi foi convidado para enfrentar o Atlético-MG, no Mineirão. Novamente o time da capital era o favorito absoluto e, mais uma vez, o Tupi saiu de campo com a vitória por 2 a 1 sobre o time dirigido por Paulo Amaral.
Depois do Galo mineiro, foi a vez de o América-MG desafiar o Tupi. Novo jogo no Mineirão e nova vitória do Galo Carijó, novamente por 2 a 1.
Após a vitória sobre o América, o Cruzeiro convidou o time para outra partida, desta vez no Mineirão, alegando que a equipe de Juiz de Fora não teria chance nos domínios da equipe celeste. Ledo engano. O Galo Carijó foi até a capital novamente e saiu com a vitória por 2 a 1.
Essa seqüência de triunfos tornou o time conhecido em todo o Brasil. Tão conhecido que a equipe foi convidada para treinar com a seleção brasileira de Pelé e Garrincha. No jogo-treino realizado em Caxambu, Minas Gerais, o Tupi conseguiu o que ninguém esperava e saiu da partida com um empate por 1 a 1 com o selecionado brasileiro.
Em 2004, o Galo Carijó foi rebaixado pela segunda vez em sua história. O time de Juiz de Fora ficou na segunda divisão do futebol mineiro até 2006, quando atingiu o vice-campeonato do Módulo II e conquistou o acesso à elite.
Já no primeiro ano do retorno ao Módulo I, o clube de Juiz de Fora conseguiu chegar às semifinais do Estadual, quando foi eliminado pelo Cruzeiro.
GRANDES ÍDOLOS
O Tupi é um time bastante antigo e tradicional, mas, apesar disso, não tem muitos ídolos em sua história e nem muitos grandes jogadores que passaram pela equipe. Nesse segundo quesito, dois atletas se destacam no clube no fim de suas carreiras.
O primeiro é Muller. O atacante, que começou no Operário de Mato Grosso do Sul em 1983, ganhou destaque no São Paulo. O atleta foi para o Tricolor paulista em 1984 e ficou por lá até 1987 no time que ficou conhecido como Menudos do Morumbi. Depois o atleta se transferiu para o Torino, da Itália, time que defendeu até 1991.
Em 1991, Muller voltou para o São Paulo e fez parte do time que conquistou o Brasileiro daquele ano vencendo o Bragantino na final. Nos anos seguintes, o atacante também estava nas conquistas da Libertadores e do Mundial de Clubes (Taça Intercontinental) pelo Tricolor paulista.
Antes de defender o Tupi, em 2003, Muller ainda passou por Santos, Cruzeiro, Corinthians e São Caetano. A boa passagem do atacante pelo Tupi ainda lhe rendeu um contrato com a Lusa, de São Paulo, onde ficou por um ano antes de encerrar a carreira no Ipatinga, em 2004.
O outro grande nome que “passou” pelo Tupi foi Romário. O Baixinho não chegou a disputar nenhum jogo oficial nos seis dias que passou treinando com o time por causa de uma lei da Fifa, que impede que um atleta realize três transferências internacionais no período de um ano.
Desta forma, o atacante, apesar de ter se apresentado ao clube, ficou impedido de atuar. No entanto, fez a equipe de Minas Gerais ganhar notoriedade nacional e internacional com o fato.
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